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Testes Genéticos

Preocupado em atender aos nossos clientes de modo diferenciado, procuramos sempre estabelecer parcerias com laboratórios especializados e com certificação internacional. Dessa forma, garantimos a segurança nos resultados dos exames que oferecemos.

E é por esta preocupação que o Laboratório São Paulo escolheu, desde 1993, a Genomic Engenharia Molecular para realizar os seus exames de paternidade, análise de DNA (Medicina Legal) e de marcadores genéticos.

De forma pioneira, a Genomic realiza exames de investigação de paternidade por DNA desde 1991. O Laboratório emprega tecnologia avançada na área de biologia molecular, sendo reconhecido pela qualidade dos procedimentos adotados. Sua qualidade é avaliada por órgãos internacionais como o CAP (College of American Pathologists) e o ISFG (International Society for Forensic Genetics), e seu padrão é decorrência dos mais de vinte e cinco mil exames realizados com segurança e sigilo.

A Genomic conta, em seu laboratório, com a dedicação de biólogos e biomédicos altamente especializados, além de mestres e doutores em biologia molecular. Na direção clínica está o Dr. Martin Whittle (CRM/SP 66459), médico pela Universidade de Londres, bioquímico pela Universidade de Oxford, PhD pela Universidade de São Paulo e perito judicial.

O Laboratório São Paulo entende que os exames feitos pela Genomic não são testes rotineiros, pois representam um evento marcante na vida das pessoas, com consequências profundas. Por isso, escolheu o melhor entre os laboratórios de DNA, com quem partilha uma parceria de muito sucesso, há mais de 14 anos.

Doenças Genéticas

As doenças genéticas são causadas por anomalias em genes e cromossomos. Estas podem ser hereditárias, mutacionais ou, na maioria dos casos, multifatoriais. Entre as doenças genéticas, as talassemias e a anemia falciforme são as afecções mais frequentes.

A identificação de alterações cromossômicas e de genes deletérios é essencial para o diagnóstico diferencial em doenças com sintomatologia semelhante, para o aconselhamento genético, prevenção e tratamento.

Sexagem Fetal

O sexo do bebê pode ser detectado por um teste chamado Sexagem Fetal. O procedimento é simples, não-invasivo e sem riscos, pois é necessária apenas uma amostra de sangue da mãe. Durante a gestação existe a passagem de uma pequena quantidade de células fetais para o sangue materno, através da placenta. O exame dessas células revela o sexo fetal.

A principal vantagem sobre as outras formas de identificação do sexo é que o exame pode ser realizado assim que a gestante atinja a oitava semana de gravidez (uma idade gestacional bem anterior às exigidas, por exemplo, pelo ultrassom). 

A tabela abaixo mostra o índice de acerto do teste de determinação do sexo fetal pela análise molecular do plasma materno, de acordo com o gênero apontado e a idade gestacional.

FASE DA GRAVIDEZ (SEMANAS)
N=
FEMININO
 MASCULINO
Menor que 8
39
74%
>99%
De 8 a 10
174
99%
>99%
De 11 a 12
122
99%
>99%
Maior ou igual a 13
218
99%
>99%

Identidade Genética

Todo ser humano, com exceção dos gêmeos univitelinos (monozigóticos), possui uma constituição genética única. A utilização de testes de DNA para a identificação genética é muito superior às técnicas preexistentes, como análise de proteínas e enzimas. Além de ser encontrado em todos os tecidos e fluidos corporais, o DNA pode ser amplificado, quando são obtidas quantidades mínimas de amostras. Os testes de identidade genética podem ser utilizados tanto para determinar paternidade e maternidade, quanto para definir a culpabilidade de criminosos ou identificação de corpos ou restos corporais.

Referências

Zatz, M. Projeto Genoma Humano e Ética. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-88392000000300009&script=sci_arttext&tlng=es Acesso em: 23 de maio de 2014.

Ducatti, R.P., Teixeira, A.E.A., Galão, H.A., Bonini-Domingos, C.R., Fett-Conte, A.C. Investigação de hemoglobinopatias em sangue de cordão umbilical de recém-nascidos do Hospital de Base de São José do Rio Preto. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbhh/v23n1/13286 Acesso em: 23 de maio de 2014.

Zago, M.A., Pinto, A.C.S. Fisiopatologia das doenças falciformes: da mutação genética à insuficiência de múltiplos órgãos. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbhh/v29n3/v29n3a03.pdf Acesso em: 23 de maio de 2014.

Secretaria da Saúde, Governo do Estado de São Paulo. O que é talassemia? Disponível em: http://www.saude.sp.gov.br/ses/perfil/gestor/homepage/acesso-rapido/grupo-de-sangue-componentes-e-derivados-hemorrede/o-que-e-talassemia Acesso em: 23 de maio de 2014.

Secretaria de Atenção à Saúde, Ministério da Saúde. Manual da Anemia Falciforme para a população. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/07_0206_M.pdf Acesso em: 23 de maio de 2014.

Pena, S.D.J., Revista Bioética. Manual O DNA como (única) testemunha em determinação de paternidade. Disponível em: http://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/386/486 Acesso em: 23 de maio de 2014.

Pena, S.D.J. Segurança pública: determinação de identidade genética pelo DNA. Disponível em: http://www.laboratoriogene.info/Cientificos/Seguranca_Publica.pdf Acesso em: 23 de maio de 2014.

News Medical. O que são doenças genéticas? Disponível em: http://www.news-medical.net/health/What-are-Genetic-Disorders-(Portuguese).aspx Acesso em: 23 de maio de 2014.

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